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Mostrando postagens de fevereiro, 2026

Aniversário da Suzan Viviane

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         Vou contar como conheci a Suzan, não lembro com exatidão a data, eu era recém chegado na cidade de Pelotas, ainda estava me acostumando com aquela cidade nova, interior do Rio Grande do Sul, outra cultura, no centro da cidade onde a maioria dos estudantes moravam, tinha o RU, restaurante universitário na General Teles com a Andrade Neves, um restaurante de esquina onde indubitavelmente se formavam as filas dos estudantes de cursos variados para o almoço ou jantar no final de semana, ainda não tinha RU no campus do Anglo, o ano era 2018, eu sempre ia com meus colegas de República que ficava bem no começo da General Teles, na parte mais baixa entre a Saldanha Marinho e a Marcílio Dias, nesse contexto eu vi uma menina estranha, com roupas largas e pretas (se bem que era a paleta de cor da maioria das pessoas da cidade) com óculos e cabelo vermelho, já pensei, essa deve ser esquerdista ou de algum curso de humanas em sua biscicleta preta, ela não andava ac...

22 de Fevereiro - Aniversário da Suzan Viviane

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 A amizade que a Economia me deu e a vida fez questão de manter 📍 Pelotas, 2018 — RU da General Teles Eu era recém-chegado em Pelotas — interior do Rio Grande do Sul, outra cultura, outro clima, outro ritmo. Um goiano tentando entender o Sul. No centro da cidade, onde quase todo estudante morava, havia o famoso RU na General Teles com a Andrade Neves. Restaurante de esquina, fila dobrando quarteirão, estudantes de todos os cursos esperando almoço ou janta de fim de semana. Eu morava numa república no começo da General Teles, entre a Saldanha Marinho e a Marcílio Dias. Ia sempre com meus colegas. Foi nesse contexto que eu vi uma menina diferente. Roupas largas, pretas (ok, isso era praticamente o uniforme da cidade), óculos, cabelo vermelho, bicicleta preta. Sozinha. Sempre sozinha. Minha primeira conclusão precipitada: “Essa deve ser de humanas. Esquerdista, certeza.” O que eu não imaginava é que ela era da Economia. E que se tornaria uma das amizades mais importantes da minha...

A história secreta da ciência desanimada. Parte II. Irmandade, Comércio e a Questão Negra

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  A história secreta da ciência desanimada. Parte II. Irmandade, Comércio e a Questão Negra   0    Por David M. Levy e Sandra J.  Peart   Eu não sou um homem e um irmão?   "A doutrina de Smith- Whately  - já que todos os usuários de idiomas negociam, o comércio é uma evidência de nossa humanidade comum - foi um desafio permanente para aqueles que argumentam a favor de diferenças fundamentais entre os seres humanos".   I n a luta contra a escravidão na Inglaterra, nenhuma arma foi mais potente do que a ideia de que todos os homens são irmãos. Se somos irmãos, como podemos justificar a propriedade de alguns por outros? Nada captou essa  idéia  de forma mais poderosa do que a imagem lançada por  Josiah   Wedgwood  em 1787. Nela, um africano algemado faz a pergunta: “Eu não sou um homem e um irmão?” Até hoje,  a imagem de Wedgwood  ressoa. No filme,  O Irmão de Outro Planeta,  “o Irmão” - um escravo al...