Texto encontrado em um drive do Google perdido meu, o ano era 2014:
Os limites do mercantilismo e da firme imposição de ideias

Hoje, dia 04 de Janeiro de 2014, o que posso ler no cenário nacional brasileiro de mídia e política, ou política em mídia, é a falta de firmeza nos ideais e isso é horrível, pois está impregnada nas pessoas e órgãos formadores de opiniões. Implicitamente quem tem uma opinião muito forte, tem que se adequar aos moldes que já estão estabelecidos. Por mais idiota que pareça alguma ideia, ou preconceituosa, fundamentalista, ou até mesmo liberal demais elas devem ser expostas sem limites e barreiras, para que possam ser discutidas e julgadas pela sociedade, como boas ou não aproveitáveis, testadas pra ver se são utopias, ou terem a possibilidade de dar certo. Isso fará de nossa sociedade brasileira, uma sociedade mais pensante e mais crítica, que não aceita guela abaixo qualquer porcaria, e não levada cotidianamente como uma manada, ou massa de manobra como sempre foi.
Eu empolguei e foi lindo em junho de 2013, ver uma notável parte da população brasileira reivindicando seus direitos e exercendo seu papel de manifestar indignação contra as patifarias feitas e não explicadas, que nos afetavam e nos afeta. Mas estamos em 2015 e um novo cenário está se moldando, o ontem passou, as eleições já aconteceram e os discursos não são mais o bastante, precisamos de atitude, precisamos de nos importar o bastante pra nos informar e agir fiscalizando e mudando na medida do possível, tudo que que está errado.
Se realmente, queremos uma revolução, se realmente queremos deixar a péssima marca de ser o povo contente com a desigualdade, satisfeito com a corrupção, que é caracterizado como o povo do jeitinho (que nada mais é do que eufemismo pra malandro), povo atrasado, povo acomodado, povo massa de manobra. Já foi o tempo de esgoelarmos uns para os outros sobre a necessidade de deixar de ser o país do futuro e ser o país do presente, agora todos já sabem, todos estão muito bem informados, graças a internet e a facilidade da informação.
Mas a principal crítica é quanto aos que podem fazer e por motivos diversos não se expõe. Cadê os que colocam sua mão no fogo e estão dispostos a enfrentar as opiniões contrárias, cadê os que dão a cara a bater? Mesmo que isso signifique ir contra mais de 50% da opinião pública?
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